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Polícia prende empresários que deram prejuízo de R$ 640 mil com furto de energia elétrica

A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (07), a Operação Circuito Fechado, com o objetivo de combater o furto de energia elétrica em estabelecimentos comerciais de Várzea Grande. A ação resultou na prisão em flagrante de 11 empresários e na descoberta de um esquema de exploração sexual de adolescentes em um dos locais vistoriados.

A ofensiva fiscalizou 15 pontos, incluindo bares, boates, estacionamentos e um motel, localizados nos bairros São Matheus, Eldorado, Canelas, Parque Del Rey e Nova Suíça. De acordo com as investigações, as fraudes — conhecidas popularmente como “gatos” — causaram um prejuízo patrimonial de aproximadamente R$ 640 mil à concessionária Energisa.

No bairro Nova Suíça, a operação tomou contornos ainda mais graves. A proprietária de um estabelecimento comercial foi autuada pelos crimes de manter casa de prostituição e exploração sexual de adolescente. No local, os policiais encontraram duas adolescentes em situação de prostituição; ambas estavam consumindo bebidas alcoólicas e são gestantes.

A delegada Elaine Fernandes Sousa, titular da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf-VG), ressaltou que o furto de energia gera riscos reais de incêndios fatais e é um desrespeito ao cidadão que paga suas contas em dia. “É inadmissível que o empresário dê calote na empresa e no Estado”, afirmou a delegada.

Ao todo, a operação mobilizou 35 policiais civis, nove peritos da Politec e 50 funcionários da concessionária de energia. Os empresários presos responderão por furto qualificado mediante fraude.

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